domingo , 21 junho 2026
Foto: Divulgação/ CBF
Foto: Divulgação/ CBF

Hino Nacional Brasileiro é eleito o mais bonito do mundo pelo The New York Times

O Hino Nacional Brasileiro conquistou o topo de um ranking internacional de prestígio. Em uma análise publicada nesta sexta-feira, 19, o jornal norte-americano The New York Times elegeu a composição brasileira como a mais bonita entre os 48 países classificados para a Copa do Mundo de 2026. A publicação combinou uma avaliação técnica musical com comentários sobre a recepção cultural das canções nacionais.

Destaque para a composição e a introdução orquestral

A reportagem destacou a qualidade técnica da obra, com ênfase especial na introdução instrumental escrita por Francisco Manoel da Silva. Segundo o periódico, a abertura orquestral de 28 segundos é um dos pontos altos da peça, que possui uma estrutura envolvente e marcante.

O texto do jornal descreveu a experiência de ouvir o hino com entusiasmo: “Dura quase dois minutos e, ainda assim, não é suficiente”. Essa característica de grandiosidade foi fundamental para que a composição brasileira superasse as demais seleções participantes do torneio mundial.

Contexto histórico e a força da melodia

O hino, que teve sua melodia original composta em 1831, possui letra oficializada apenas em 1922, de autoria de Osório Duque Estrada. O Ministério das Relações Exteriores ressalta que, após a Proclamação da República, houve tentativas de substituir a obra por meio de concursos públicos, mas a forte identificação popular impediu qualquer alteração.

O jornal também relembrou momentos icônicos de execução durante a Copa do Mundo de 2014. Na ocasião, jogadores e torcedores entoaram os versos em coro, criando uma atmosfera de forte emoção nos estádios, um fenômeno que o periódico destacou como um marco cultural do esporte.

Contraste no ranking mundial

Enquanto o Brasil lidera a lista, o ranking do The New York Times trouxe surpresas na outra extremidade. O hino da Inglaterra, conhecido como “God Save the King”, foi classificado como o pior entre os participantes do mundial. A publicação argumentou que a melodia é arrastada e criticou o foco da letra, dedicada exclusivamente ao monarca britânico.

O pódio das composições mais bem avaliadas pelo jornal foi composto por Brasil, França, Colômbia, Portugal e Escócia. A análise completa pode ser conferida no site oficial do The New York Times, que segue acompanhando os desdobramentos culturais da competição.

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