O governo do Estado do Rio de Janeiro iniciou tratativas para reaver parte dos recursos do Rioprevidência aplicados no Banco Master. A estimativa oficial aponta para a recuperação de aproximadamente R$ 1,4 bilhão, montante que representa menos da metade do valor total investido pelo fundo previdenciário na instituição financeira, que soma cerca de R$ 3 bilhões.
Articulação política e negociações em Brasília
As discussões sobre o destino desses ativos ganharam tração após uma série de reuniões realizadas em Brasília na segunda-feira, 8 de junho de 2026. Representantes do governo fluminense buscaram alinhar estratégias com integrantes da equipe econômica federal, visando mitigar os impactos financeiros sobre o fundo que garante o pagamento de aposentadorias e pensões dos servidores estaduais.
Gestão de riscos e equilíbrio fiscal
O foco da administração estadual é reduzir a exposição do Rioprevidência a ativos considerados de alto risco. O caso do Banco Master tornou-se um ponto central na agenda de gestão de riscos do governo, que trabalha para preservar a saúde financeira do fundo previdenciário diante da instabilidade observada na instituição financeira.
Adesão ao Propag e futuro das contas públicas
Além da recuperação direta dos valores, o governo do Rio de Janeiro avalia medidas estruturais para fortalecer suas finanças. Entre as alternativas em análise está a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa federal voltada para auxiliar entes federativos com elevado endividamento a reorganizarem suas contas públicas.
Monitoramento contínuo dos ativos
O governo estadual mantém o monitoramento sobre os desdobramentos do caso, reforçando que a prioridade é a segurança dos recursos públicos. A expectativa é que a recuperação parcial dos valores contribua para o equilíbrio das contas do Estado e ofereça maior previsibilidade ao fundo previdenciário, conforme detalhado em informações sobre a situação econômica nacional.
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