sábado , 13 junho 2026
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paulo Guedes integra conselho consultivo da fintech Revolut no Brasil

A fintech britânica Revolut anunciou, na quinta-feira 11, a criação de um conselho consultivo independente para fortalecer sua estrutura de governança no mercado brasileiro. O novo comitê conta com a participação do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, que se une a outros dois especialistas para orientar a estratégia da instituição no país.

Além de Guedes, o grupo é formado por Luiz Lobo e Ana Novaes. A iniciativa reflete o movimento da empresa em busca de maior solidez institucional, alinhando suas operações locais aos padrões globais de supervisão e gestão de riscos, conforme detalhado pela companhia em seu comunicado oficial.

Composição e experiência do novo conselho

O conselho consultivo reúne profissionais com trajetórias consolidadas no setor financeiro e administrativo. Paulo Guedes, que chefiou a pasta da Economia durante o governo de Jair Bolsonaro, tem se dedicado ao setor privado desde sua saída do poder. Em 2023, ele fundou a YVY Capital ao lado de Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, com foco em projetos de infraestrutura.

Luiz Lobo agrega ao grupo sua expertise em compliance, governança e controle de riscos, áreas fundamentais para a operação de uma instituição financeira. Sua carreira inclui passagens relevantes pelo banco BTG Pactual, onde acumulou experiência em gestão de processos internos.

Por fim, Ana Novaes completa o trio trazendo um histórico robusto em conselhos de administração de empresas de capital aberto. Ela já atuou em instituições de peso como a B3, a CCR, a CPFL e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), consolidando sua reputação no mercado de capitais.

Estratégia de crescimento da Revolut no país

A formação desse comitê é vista como uma etapa crucial para a expansão da Revolut em território nacional. Segundo Glauber Mota, CEO da Revolut Brasil, a empresa busca estabelecer uma operação de longo prazo que combine inovação tecnológica com rigorosa supervisão corporativa.

A chegada dos novos conselheiros é considerada um reforço estratégico para as capacidades institucionais da fintech. A expectativa é que a experiência diversificada do grupo contribua diretamente para a próxima fase de desenvolvimento da empresa, garantindo maior segurança e eficiência na prestação de serviços financeiros aos usuários brasileiros.

Para mais informações sobre o cenário econômico e corporativo, acompanhe as atualizações em Revista Oeste.

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