A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), assumiu a liderança na disputa pelo governo estadual, superando o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB). Os dados, divulgados nesta quinta-feira, 28, pelo instituto Datafolha, indicam uma mudança significativa no cenário eleitoral em comparação aos levantamentos realizados anteriormente pela mesma instituição.
pernambuco: cenário e impactos
Cenário de segundo turno e reversão de expectativas
No confronto direto projetado para o segundo turno, a governadora aparece com 51% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito registra 44%. O índice de brancos e nulos totaliza 4%, com 1% dos entrevistados declarando não saber em quem votar. Este resultado marca uma inversão de tendência, visto que, em abril, o cenário era favorável a João Campos, que liderava com 52% contra 42% de Raquel Lyra.
Preferência no primeiro turno e consolidação
No levantamento estimulado para o primeiro turno, a governadora mantém a dianteira com 48% das intenções de voto, frente aos 43% atribuídos ao ex-prefeito. O candidato Ivan Moraes (PSOL) pontua com 2%, enquanto 4% dos eleitores optam por brancos, nulos ou nenhum candidato, e 2% não souberam responder.
A trajetória da disputa mostra um crescimento constante da atual governadora. Em fevereiro, João Campos liderava com 47% contra 35% de Raquel Lyra. Já em abril, o ex-prefeito ainda mantinha a liderança com 50%, enquanto a governadora registrava 38%.
Avaliação de gestão e rejeição dos candidatos
O estudo também analisou a percepção do eleitorado sobre a administração estadual e o índice de rejeição dos postulantes. Atualmente, 67% dos entrevistados aprovam a gestão de Raquel Lyra, com 45% classificando o governo como ótimo ou bom. A rejeição de Ivan Moraes atinge 59%, enquanto João Campos e Raquel Lyra apresentam taxas de 29% e 25%, respectivamente.
Metodologia e contexto da pesquisa
A pesquisa, encomendada pela TV Tribuna/Band, ouviu 1.022 eleitores em diversos municípios pernambucanos entre os dias 25 e 27 de maio. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, estando devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
Lado Direito