Posicionamento sobre a composição da chapa presidencial
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) manifestou-se recentemente sobre a possibilidade de integrar a chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o pleito de 2026. Embora tenha sido apontada como um dos nomes cotados pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, a parlamentar esclareceu que não articula ativamente para ocupar a vaga de vice-presidência.
Zanatta ressaltou que, apesar de não realizar campanha pela indicação, sente-se preparada para a função. A parlamentar enfatizou que acatará integralmente a decisão final do grupo político liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem atribui a palavra final sobre os rumos da candidatura.
Critérios de mérito e representatividade feminina
Ao abordar a preferência sinalizada por Flávio Bolsonaro de ter uma mulher como vice, Júlia Zanatta defendeu que o critério principal deve ser o mérito político. Para a deputada, a escolha não deve ser pautada exclusivamente pelo gênero, mas pela capacidade de articulação e alinhamento com as pautas conservadoras.
A parlamentar destacou sua trajetória nos movimentos de direita e sua atuação combativa na Câmara dos Deputados como credenciais que validam sua aptidão. Segundo ela, o foco deve permanecer na construção de uma chapa que ofereça a melhor representatividade para o eleitorado, independentemente de ser composta por um homem ou uma mulher.
Viabilidade eleitoral e alianças com o Centrão
Sobre a estratégia de uma chapa pura, formada apenas por integrantes do PL, Júlia Zanatta avaliou que o cenário não inviabiliza futuras alianças. A deputada acredita que os partidos do Centrão ainda adotam uma postura de cautela, aguardando a consolidação das candidaturas antes de firmar compromissos formais.
Para a parlamentar, a atração de novos aliados dependerá diretamente da viabilidade eleitoral demonstrada pelo grupo. Conforme publicado pela Revista Oeste, a expectativa é que, à medida que a candidatura ganhe força, o interesse de outras legendas em compor o bloco aumente naturalmente, seguindo a dinâmica tradicional da política nacional.
Lado Direito